Poesia Jefferson S. Lima | 14Jul2016 11:42:41

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13631585_1331965816832436_6675684679571978608_n.jpg CONVERGÊNCIA

Jefferson S. Lima

Não importa quando nasce uma amizade, Se nas calmarias ou turbulências da vida Se nas nuances luminosas ou obscuras. Não importa nem mesmo quando ela se fortalece, Se entre copos, músicas, risos e desvarios Se num abraço, lágrimas e silêncio. Importa como escolhemos caminhar juntos, a despeito Dos tantos relevos e texturas da personalidade, Das diferentes formas ou focos do olhar. Importa que ainda entre cores, opiniões ou caminhos distintos Um ponto de convergência nos faça reconhecer que No chão simples da vida a amizade prevalece.

 



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Poesia Luiz Barbosa | 14Jul2016 11:38:42

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12295367_932969453484971_372772464784382785_n.jpg Imperfeito

 Luiz Barbosa

Somos assim desse jeito,Torto e imperfeito

De boca ácida,
Vazios no peito,
De um certo amor estreito,
No interesse do seu pleito.
De língua afiada.
Somos todos suspeitos,
Quase sempre insatisfeitos,
Só não tiramos proveito,
Do que achamos não valer nada.
Perdemos o bom conceito,
Estamos putrefeito,
Da terra somos o rejeito,
Convalida, adoentada.
Será que foi Deus, que nos tenha feito?
Com todo respeito, 
Se foi Deus, fez malfeito,
Ou a receita deu errada.
E pior, não dá mais para ser refeito,
Talvez Deus acerte na próxima fornada.

Poesia Rosana Rodrigues | 14Jul2016 11:15:53

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13055735_10207546133705880_3896386800523502759_o_1.jpg VEJO VOCÊ

Rosana Rodrigues

Da janela do meu ônibus vejo você. ..
Vejo-te zumbis,
Atormentados pelo vício.

Vejo o seu medo exaurir sua esperança,
Seu amor e compaixão. 
Pelas ruas vejo seu medo explodir. ..
Surtos e violência.

Da janela também vejo o meu coração endurecer 
E se preparar para o eterno anoitecer que instalou-se na alma humana.



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Poesia Márcia Schweizer | 10Jul2016 00:12:21

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Momentos

MárciSchweizer

 

Formosa estação da vida

Momentos mágicos, cheios de sentimentos

Então me lembro dos tempos passados

Lembro ainda dos sonhos de menina.

Que saudades eu tenho de minha adolescência

O horizonte do passado!

Eu recomeço mais uma vez o meu caminho

O horizonte do futuro!

Tu és o céu juvenil

Sob o azul de anil

Ele vai sonhando e cantando

As fantasias mais vivas da vida

Nós vamos rir das brincadeiras daquela época

E o poeta reinventa sua fantasia.

Vós guardais um segredo

Mistérios que a ninguém revelou                              

Eles estão na idade inquieta e duvidosa

A vida segue no horizonte das promessas

E o poeta compõe os versos 

Como o sorriso da estação das flores.

Seu nome é Juventude!



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Poesia de Bruno Black | 09Jul2016 23:23:15

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13603551_1118376311551887_6723803613282965913_o.jpgVento que me carrega...

Bruno Black

 

Sem ti

Fico só

Fico sem nada

À toa

E o vento que não é bobo me carrega

Como se eu fosse um brinquedo

Sem corda

E assim nada em mim acorda

E o tempo que é meu

Discorda ao próprio véu de um casamento mal feito

E no correr de dúvidas loucas e sem respostas

O vento me carrega

Me carrega para o além

E além de mim

Só você e o vento...

05/05/05 20:43 Bruno Black Livro: Face a Face o que tu me diz?



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Lançamento do livro “O Índio virou pó de café? Marcelo Lemos | 09Jul2016 22:40:15

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Programação:

 

      18 h – Abertura da Exposição “Retirando o índio do pó de café”, no Auditório.

 

      18:30 h – Debate no Auditório com o tema:  A presença indígena no Vale do

                       Paraíba, no século XIX.  Com Marcos Morel, José Ribamar Bessa

                       Freire e Marcelo Sant' Ana Lemos.

 

       19 h -   Lançamento do livro “O Índio virou pó de café? A resistência indígena

                   frente a expansão cafeeira no Vale do Paraíba”, com sessão de

                   autógrafos.

 

        20 h -  Encerramento    



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Poesia de Barão da Mata | 09Jul2016 22:37:41

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 NOITE DE SEXTA

Barão da Mata

Na varanda do bar, um seresteiro apaixonado,

O elemento derradeiro talvez daquela espécie,
Cantava ardentemente uma cantiga tão sentida,
Como ao mundo expusesse uma ferida de paixão.

Pela rua um indigente entristecido, embriagado
Se arrastava na calçada, esfarrapado e solitário.
Desfilavam as mulheres, bundas belas e protusas
Sob malhas apertadas e vestidos pequeninos.
Ah, os desejos! Os desejos se somavam,
Se assanhavam , palpitavam em gostosas tentações.

Era o bairro tão quente e tão vário de pessoas,
De projetos, sentimentos, melodias e paixões.
Era sexta já de noite, era inferno e paraíso,
Era festa, tristeza, era fim e recomeço,
Esperança e desengano com crueza e poesia.
Era a síntese de tudo que se vê no mundo Terra.
 

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Estavam dois velhos Alentejanos falando sobre o mar quando a páginas tantas diz um pró outro:
- Oh home, cala-te que na percebes nada de mar.
Resposta pronta do outro:
- P'ra tua informação, o mar morto, que é o mar morto já eu o conhecia antes dele estar doente.
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